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[FIC] I HATE YOU THEN I LOVE YOU; Shinhwa + Lee Hom
Topic Started: Apr 7 2007, 02:20 PM (2,088 Views)
Tatiana
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Wannie's Girl
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
[size=5]THE END[/size]

“Então é assim que as coisas são... vivemos no presente com medo do passado, mas é do futuro que devemos nos resguardar. Cometemos erros... pisamos em falso, magoamos pessoas, deixamos de buscar nossos sonhos. E sempre tem alguma coisa que volta; que traz de volta tudo aquilo que julgávamos esconder. Que julgávamos ter deixado guardado para sempre no fundo frio e escuro de um porão.

Dongwannie sempre foi quem eu quis ao meu lado. Eu o amei, antes mesmo de me dar conta. Eu o amei desde quando o vi pela primeira vez. Todo mundo percebeu, menos eu. Eu o amei tanto que fiquei completamente cega. Ele me completava, e ao mesmo tempo me despedaçava de uma forma que me fazia crer que eu o detestava. Pior, que eu o desprezava. Eu acreditei por tanto tempo que meus sentimentos por ele eram claros. Até o momento em que ficamos sozinhos, uma situação insuportável. Não nos suportávamos, não conseguíamos nos desvencilhar.

Eu nunca acreditei que aquele amor pudesse dar frutos. Eu desisti, eu fugi, eu deixei tudo de lado para perseguir novas estrelas. Apaguei as luzes da minha vida e saí vagando por aí, sem eira nem beira; sem parada certa. Meus sonhos se desprendiam de mim aos poucos, e rolavam morro abaixo para que eu não mais os alcançasse. Minha vida era um limbo, e eu mostrava apenas o que me interessava. Eu cheguei a acreditar que jamais precisaria me preocupar com o passado novamente, porque ele estava superado.

Mas eu estava tão errada. E errando novamente me fui jogada no covil dos leões, quando eu estava mais frágil. Eu precisei enfrentar, de uma só vez, o reencontro que eu temia, o sentimento que eu escondia, do qual eu fugia freneticamente em uma corrida desesperada, o desejo de voltar atrás, o medo de perder tudo novamente. Eu precisei enfrentar o medo de perder o homem que eu amei. Eu precisei vê-lo morrendo em meus braços.

Minha vida pertencia à dele, então. Nada poderia estar mais no lugar. Nada poderia ser mais justo ao fim de tudo. Nada poderia ser mais parecido com um filme.”


*_Brenda! – Dong Wan surgiu no escritório, chamando-a. – Está todo mundo te esperando... vamos, precisamos cantar os parabéns!!!
*_Está bem... – Ela se levantou, fechando o lap top.
*_O que fazia aí? – Ele a tomou nos braços e a beijou. – Estava escrevendo aquela história de novo, né...
*_Sim. E vai virar um livro, eu te digo. Julie já chegou?
*_Ela acabou de ligar dizendo que está chegando...

Joseph Lee entrou escritório adentro, sorrindo, com uma caixa cheia de laços nas mãos.
*_Mamãe!! Veja o que ganhei... presentes do Lee! – Ele sorria.
*_Ele demora a aprender minha língua... – Dong Wan protestou, porque o filho insistia e falar mandarim, pegando-o no colo.
*_Deixe o menino Dongwannie... ele está feliz porque Alex chegou.

Brenda deixou o quarto com Dong Wan, que carregava Joey consigo. Julie chegava, Alex carregando o bebê, que Brenda ainda não conhecia. Ela morava na Coréia, Julie estava em Taiwan. Ainda trabalhavam juntas, mas não se viam como antes. O tempo passava, elas continuavam as mesmas. Mas a vida caminhava.

_Deixe-me vê-la! – Brenda pegou a pequena Gabrielle Wang no colo. A menina tinha já dois meses de idade. – Céus Julie... você fez mesmo uma menina à cara feia do Alex! – Brenda implicou.
_Ei! – Alex resmungou. – Minha filha é linda... se parece comigo é detalhe.
_Onde estão os rapazes? – Alex intimou Dong Wan.
_Lá fora... onde mais se celebra um aniversário?

Hyesung surgiu da varanda, conversando com a criança em seus braços. Ele fazia caretas, e tentava distrair o bebê de um ano e meio, que começava a chorar.
*_Sungie!! Está assustando minha filha... – Dong Wan implicou.
*_Tenho culpa se ela tem um pai como você?? Até eu choraria.
*_Ela deve estar com fome... – Brenda pegou a filha para alimentá-la.
*_E lá vamos nós atrasar os parabéns novamente... Joey, essas mulheres... – Dong Wan deu de ombros, mandando o menino ir brincar do lado de fora.

Dong Wan sorriu, e abraçou os dois amigos. Com um movimento de cabeça, convidou Alex e Julie para segui-lo até o quintal. Crianças brincavam de um lado para o outro. O aniversário de Joey era comemorado, pelo terceiro ano seguido, com sua família. Não era fácil estarem juntos sempre, mas tentavam fazer o melhor que podiam. E estavam felizes. Se alguém perguntasse se fariam de novo tudo que fizeram, e se repetiriam todos os erros, a resposta seria positiva. Se alguém perguntasse para Brenda quem era o homem que ela mais detestava, ela ainda responderia Kim Dong Wan.
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Mariana
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☆ ORANGE PRINCESS ☆
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
[size=14]O____O!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!![/size]




ESTOU PERPLEXA..................................................


> nao creio q eu ri tanto lendo essa fic
> nao creio q eu chorei lendo essa fic!!
> nao creio q vc fez eles sofrerem um acidente huauha T^T!!!!
> nao creio q nao era obvio q ela iria doar um rim pra ele xD......
> nao creio q vc nao esclareceu pq o Alex nao era mais noivo da Brenda
> nao creio q o wannie nao fikou c desculpando trilhoes d vzs pra ela pq nao foi com ela akela noiti........

> aaaaaaaaaaaaaaaa q fodaaaaaaaaaa nao creio q eles tiveram mais uma filhaaaaaaa e a julie tbm aaaaaaaaaaaaaaaaa q foooooooofooooooooooooo

o hye fazendo caretinhaas aaaaaaaaaaa meu deeeeussssssssss


*morre*


AMEI ESSA FIC!!!!!!!


>> o q aprendi????? OK OK, a Tathy SEEEEEMPREEEE pode ser imprevisivel HUAUHAUHUHAHUA

noooooooossa.............

SEM MAIS NENHUM COMENTARIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Cathy_26
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[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
AGORA VC ENTENDE PORQUE ESSA É A FIC DAS FICS PARA MIM???


O QUE FOI AQUELA NOITE COM ERIC? ACORDAR E NEM SABER POR QUE ESTAVA ALI....


ELE FOI T~~AO FOFO AO DIZER QUE SUSPEITAVA QUE A JULIE (EU) PREFERIA O LEE (JAMAIS ISSO VOLTARÁ A SE REPETIR) ...


AI MEU DEUS...DA VONTADE DE LER OUTRA VEZ



PUU...EU SOU RESPONSÁVEL POR ESTE ACIDENTE...MAS FOI SEM TER NOÇÃO DO QUE EU ESTAVA FAZENDO :(
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Mariana
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☆ ORANGE PRINCESS ☆
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
husuhuhauhauhahauhuhaauhahua

aaaa tudo bem, a tathy m falou XD~...... tah perdoada entao HUAHUAUHA, maaaaas e q 'erro' HEIN ahuauhhauuha, catar o Alex NAO EH NAAAAADA MAL TBM @_@'''''!!! *huauhauha vou fikar chamando ele d Alex agora, curti o nome xD*


-> CRTZA q dah vontade d ler d novo


mas eu ainda to indignada q mtas coisas nao foram explikadas!!!!!!!!!!!

- pq o alex eh EX noivo dela?!
- o q aconteceu pra eles sofrerem o acidente?!!??!?!
- nooooossa, o wannie nem c justifikou direito pq nao foi buscar a tathy akela vez ¬¬........
- hm........... a sei lah, soh lembro dessas coisas por enquanto UHAHUAUHAUH


tathyyyyyy qro essas explikaçoesssss xD!!!!!!!!!!!!!!
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Tatiana
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Wannie's Girl
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
Hmmmmmmm!

D. Puu indignada...


para agradar minha nova leitora, vou escrever EXTRAS de I Hate. ^^

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

EDITANDO!

[size=20]I HATE YOU THEN I LOVE YOU –
THE EXTRAS[/size]



Os motivos de Kim Dong Wan não ter resgatado a Brenda na noite do estupro.


~~ Flashback ~~

Hong Kong, 2001 – noite de sexta-feira~

_Tchau Brenda... vá pela sombra. – Cheng San despediu-se da amiga. O grupo deixava a biblioteca, e já passava de meia noite. Era tarde, e Hong Kong estava escura.

Brenda passou a mão no celular e pressionou o send. Não foi o telefone de Alex que apareceu primeiro... mas o de alguém que normalmente não estaria em primeiro lugar na sua lista de chamadas. Ela sorriu, timidamente. Aquele nome... pertencia a uma pessoa detestavelmente perfeita. Sua cabeça foi preenchida de memórias da noite na casa de Eric.

~~ Flashback 02 ~~ A casa de Eric, cinco noites antes.

O grupo já tinha destruído várias garrafas de soju. O Shinhwa não teria compromissos antes do fim de semana, e estavam divertindo-se em Seul. Brenda estava lá, lamentando-se e choramingando o coração partido. O noivado com Alex tinha terminado... eles eram muito incompatíveis para ficarem juntos. Se amavam de uma forma profunda, mas ela não conseguia entregar-se a ele.

O álcool lhe retirava os sentidos quando decidiu desafiar Dong Wan para um jogo mortal. Jogariam Monopólio... o mais americano dos jogos. Até que alguém perdesse, e isso significava até o dia seguinte. Hyesung estava desmaiado, e Andy nem tinha ido à festa. Tinha uma gripe que lhe impedia de sair de casa. Minwoo já entregara os pontos e Eric ia dormir. Só JunJin queria participar da maratona...

_Você pensa que é páreo para mim! – Dong Wan bateu no peito, virando o centésimo copinho de soju.
_Qualquer um é páreo para você, musgo!! – Brenda lhe bateu a mão no peito, escorregando e caindo por cima dele.
_Vocês dois... vão se machucar! – Eric levantou-se, zonzo. – Ok, eu vou vomitar... melhor subir para meu quarto.
_Não vomite em mim. – JunJin protestou. – Aliás, não vomite... alguém terá que limpar.
_Cale-se, ChongJae.... de tanto falar em vômito eu vou acabar vomitando. – Dong Wan colocou o dedo na garganta, provocativo.

O jogo começou, mas estava entediantemente disputado. Nem Dong Wan nem Brenda aceitavam perder um para o outro... então jogavam com unhas e dentes. JunJin entregou logo os pontos, e desabou no sofá, agarrando-se à primeira almofada que viu.
_Vamos melhorar isso. – Dong Wan decidiu.
_Como pretende? – Brenda o encarou.
_Desafiando você... a tirar uma peça de roupa a cada vez que eu passar à sua frente.
_Ah... então ficarei vestida enquanto terei que te ver de cuecas. Contanto que você não mostre nada mais do que eu suportaria ver... porque estou bêbada, e quem pode vomitar sou eu.
_Não me provoque, mulher... – Dong Wan jogou os dados. – Vou fotografar você tendo que se esconder depois de ser massacrada.

O jogo prosseguiu, mas cada minuto havia um vencedor diferente. E as roupas começaram a sair, uma a uma. Não estava frio, por sorte. Não demorou para que Dong Wan estivesse somente vestindo uma boxer, e para Brenda sobrava ainda uma camiseta. Ela jogou os dados, que foram rolando para o lado de Dong Wan.
_Quando deu? – Ela perguntou, esticando-se.
_Dois.
_Não acredito em você! – Brenda engatinhou por cima do tabuleiro, procurando os dados. Dong Wan colocou-se na frente deles, para impedi-la de ver... e sorriu, provocativo.
_Então por que perguntou?
_Saia da frente, musgo!! – Brenda forçou-se contra ele, e acabaram os dois caindo por cima de algumas almofadas, estirados no tapete e sobre cartas e objetos plásticos.
_Viu o que você fez? – Dong Wan implicou, puxando de baixo de si um peão alaranjado.
_Solte-me para que eu levante. – Brenda viu-se segura pelas duas mãos de Dong Wan. – Solte-me, musgo...
_Não. – Ele puxou-a para mais perto ainda. – Não solto não...

Dong Wan fez um movimento brusco e virou-se por sobre Brenda. Ela tentou se debater, mas foi inútil. Dong Wan era muito mais forte, e estava ainda mais forte porque havia bebido soju demais. Ele impediu que ela se movesse, segurando suas mãos por sobre a cabeça. Ela o encarou com um certo pavor nos olhos, mas sentindo seu corpo todo tremer involuntariamente.
_O que pretende, musgo? Me provar que é mais forte do que eu?
_Não... eu pretendo fazer algo que já deveria ter feito há algum tempo.

Dong Wan levou seus lábios até os de Brenda e a beijou. Sugou seus lábios com os dele, umedeceu-os com a língua, invadiu a boca de Brenda de uma forma que ela não esperava. Ela se debatia, e ele a segurava com braços e pernas. Sim, ele era bem mais forte... e Brenda resistia apenas para provar sua teoria. Ela tinha que odiar Dong Wan, mas não odiava. Ela tinha que odiar Dong Wan porque ele era irritantemente lindo, porque ele era o motivo principal para que ela não conseguisse ser plenamente de Alex. Ele era o homem que a fazia sentir-se fora do controle, e Brenda sempre tinha o controle!

Eric despertou no andar de cima, boca muito seca. Precisava de água.... e seu minibar, vazio. *Vou ter que descer...* Foi até as escadas, e notou que não ouvia as discussões normais de Brenda e Dong Wan. Aquilo era incomum... eles deveriam estar dormindo, então. E dormindo estirados pelo tapete... que não vomitassem tudo.

Eric desceu as escadas sonolento, zonzo, sentindo como se o mundo ainda girasse, e foi até a sala. A cena que viu foi JunJin jogado no sofá... aproximou-se silencioso procurando os dois desaparecidos, e arregalou os olhos ao encontrá-los. Sobre as almofadas, ao lado da lareira, sobre cartas, tabuleiro de jogos e dados, os dois se beijavam de uma forma bastante desesperada. Se estivessem apenas se beijando, Eric não se chocaria... ele se chocou pelo simples fato de que os dois estavam nus, e ele podia jurar que não era por efeito da brincadeira.

~~ Flashback 02 end ~~

Aquela memória a fez sentir-se bem. Sim.... Dong Wan era seu affair. Aquela noite na casa de Eric deu lugar a uma série de acontecimentos que a faria detestá-lo menos. Estavam em Hong Kong, o Shinhwa a trabalho, ela de volta para casa. Depois de não terem se visto no dia anterior, ela discou seus números a fim de que fosse lhe buscar. Ele havia prometido...

Mas o telefone não atendeu. Brenda ligou muitas vezes, todas as vezes possíveis. Dong Wan simplesmente não atendeu o celular... ela sentiu-se desamparada. As boas memórias deram lugar ao monstro verde gosmento... musgo! Sim, era Dong Wan... uma vez um musgo, sempre um musgo. Brenda ajeitou os livros e deixou a faculdade rumo a seu apartamento, blasfemando contra Kim Dong Wan e todo o resto dos homens.

Algumas horas depois, JunJin entrou quarto adentro, encontrando Dong Wan encolhido na cama, tossindo, enrolado em cobertas.
_O que está acontecendo? – Ele acendeu a luz.
_Acho que peguei a gripe de Andy...
_Ah não... temos compromisso amanhã! Trate de melhorar... – JunJin pegou o telefone a fim de ligar para o médico.
_Jinnie, você poderia ligar para o Lee??
_O Lee? Por que??
_Quero saber... se a Brenda chegou bem em casa.
_A Brenda? Não entendi.
_Ah, eu ia buscá-la na faculdade hoje... mas desabei com febre, essa gripe... tentei falar com ela, e o celular dela só dava desligado. Ela provavelmente voltou com o Lee... quero notícias dela.
_Sim... entendo. – JunJin saiu rindo, atrás do celular de Dong Wan.

~~ Flashback end ~~
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Clara
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- Shinhwa Lover -
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Nuóóóóó...nuoóóóóó´.... que esses flashbacks são de matar....
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Mariana
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☆ ORANGE PRINCESS ☆
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uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu............................

ok ok, primeiro comentario: TATHYYYY NAO FIKE COM ODIO D MIM HAUGYAYGAYGAM, ESPERO Q VC NAO TENHA FIKADO OFENDIDA Q EU FALEI Q QRIA ESCLARECIMENTOS HUAUHAUHUHA #T^T#!!!!!!!!!


segundo comentario: WOOOOW AAAA MEU DEEEUUUUUSSSSSS EU QRO ESSE DONG WAN PRA MIMMMMMM AAAAA T____________T!!!!!!

tadinhuuu ó.ò.................................................. nhaaaaaaaa huauhahu, ele fikou doente..... putis......................

e q foooooda, HUAUHAUH, dpois da noiti super foda deles u.u............. ela foi..... um...... vcs sabem, e ela foi embora.....

aaaaaa deixa eu perguntar um coisa, q eu fikei pensando dpois:

qdo ela descobriu q estava gravida, ela fez o Alex jurar pra ela q falaria para os outros kras q ela tinha ido viajar....... certo? ok........... e dpois ela falou q qdo o bebe nasceu, ela deu ele pro hospital para adotarem ele, mas entao ela fikou em Hong Kong enquanto estava gravida? tipo, ninguem a viu? e dpois ela foi pros EUA?

> huauhauhah, please, entenda q eu nao to qrendo ser chata T^T', eh soh q eu qro entender bem essa historia, pq eu adorei ela xD!!!!!

>> BRIGADA tathy, seriao ^^
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Cathy_26
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AMEI LER MAIS SOBRE ESSA HISTÓRIA QUE PARA MIM É TÃO ESPECIAL...AMEI...AMEI
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Mariana
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☆ ORANGE PRINCESS ☆
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
nyaaaaaaaaaaaaaaaa pra mim tbm eh ó.ò
HUAJHIAJIA
tah, eh pq eu gostei MTO dela ^^

nyaaaaaaaa T^T

*ainda chorando pq acabou*

=/ ~~......................
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Cathy_26
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[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
PUU...ISSO ACONTECEU COIGO...CHREI QUANDO ACABOU....MAS VC VAI SUPERAR...ACREDITE....EU SUPEREI....TENHO MINHAS RECAÍDAS...NÃO SEI QUANTAS VEZES LI O CAP DO ERIC NA BOATE....MAS SUPEREI O FINAL DA FIC


OU PELO MENOS TENTO ACREDITAR QUE SUPEREI
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Mariana
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☆ ORANGE PRINCESS ☆
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
huauha............. ok ok, qdo eu tiver tempo eu vou fikar relendo essas fics entao, pra lembrar ó.ò!!!!!!!!!!!!!!!!!

^^

e, nossa, espero q vc tenha superado msm o.o''''''.........
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Tatiana
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Wannie's Girl
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
Wang Lee Hom em Hong Kong – uma ligação.

Noite de 2001, em Hong Kong.

O telefone de Wang Lee Hom tocou, e já passava de duas horas da manhã. Ele acordou sobressaltado, derrubando o celular que estava sobre a mesa de cabeceira. Esfregou os olhos, conseguiu alcançar o aparelho no chão, acendeu o abajour e atendeu, olhando o número.

_Brenda? – Ele estava sonolento. – O que houve? Brigou com Dong Wan?
_Oi... olha, eu estou com esse celular... e disquei esse número porque estava à mão... meu nome é Shou, e eu estou ligando do hospital central de Hong Kong.
_Hospital? – Lee Hom pulou da cama, seu coração disparado. A respiração não acompanhava os batimentos cardíacos. – O que você faz com o celular de Brenda??
_Brenda é a mocinha ocidental... bem... eu estava passando perto da faculdade e a encontrei, sabe? Ela estava ferida... e eu precisava ligar para alguém. Tinha um nome coreano aqui, mas o telefone não atendeu. E o seu nome veio logo depois na lista... você é parente dela?
_Sim, eu sou! – A voz de Lee Hom estava desaparecendo. – Eu vou praí, não saia daí!

Ele não se lembraria do que vestiu, simplesmente colocou a primeira roupa que estava à frente. De chinelos, cabelos despenteados, dirigindo pelas ruas escuras e frias de Hong Kong como se estivesse em uma pista de corrida, Wang Lee Hom chegou ao hospital em tempo record. Nada que acontecesse com Brenda o deixaria menos preocupado. A sua imagem ficava piscando em sua frente, indo e vindo, aparecendo e desaparecendo.

Entrou recepção adentro, sem fôlego, jogou-se no balcão para ter onde apoiar.
_Brenda Fonseca, por favor... ela foi trazida...
A pessoa iniciou a consulta pelo nome de Brenda, um tanto quanto desanimada em fazê-lo.
_Ela é uma ocidental... acabo de receber um telefonema dizendo que ela foi trazida pra cá ferida... – Lee Hom insistiu. Uma pessoa se aproximou. Um chinês franzino, sorridente, que o abordava de maneira amistosa.
_Olá... fui eu quem te ligou.
Lee Hom segurou-o pelos braços, nervoso.
_Onde ela está? Como ela está? O que houve??
_Er... eu não sei. – O rapaz arregalou os olhos. – Ela estava ferida... na rua... eu a achei, falei com ela, mas ela parecia em choque. Então eu a trouxe... precisa conversar com os médicos.

Lee Hom decidiu mostrar quem era, e usar usa fama para conseguir o que queria. Em poucos instantes, falava com o médico. Foi levado até Brenda, que estava em um quarto. Ela parecia bem, deitada na cama... não estava cheia de tubos, como Lee Hom pensou em vê-la. Aproximou-se, procurando alguém que deveria estar ali.
_Brenda... – Ele se sentou ao lado dela. – O que houve? Cadê Dong Wan?
_Eu não quero saber do musgo. – Ela disse, lágrimas nos olhos. – Alex, me leva embora?
_Brenda, o que houve?? Como assim... como isso foi acontecer?
_Alex, me leva pra casa! – Ela disse, jogando-se em seus braços e desabando em um choro profundo. – Eu quero ir embora... quero esquecer... me leva pra casa.
_Eu levo... mas você ainda não teve alta. Estão fazendo exames...
_Eu quero ir para os Estados Unidos.
_Mas Brenda...
_Eu quero! – Ela chorava, compulsivamente. – Eu quero... por favor, me leva embora.
_Eu levo. – Lee Hom respirou fundo. – Você vai sair, eu te coloco no avião. Não, eu te levo pessoalmente, ok? Eu te levo pessoalmente aos Estados Unidos. Pode ser?
_Sim, pode.
_Vou ligar para Dong Wan. – Lee Hom pegou o celular.
_Eu disse que não quero falar do musgo! – Brenda atirou o celular longe. – Eu não quero! Ele tinha que estar comigo, ele é o que sempre foi... um covarde que não assume suas responsabilidades.
_Brenda...
_Eu não vou falar com ele, Alex!!

Wang Lee Hom nunca pensou que enfrentaria uma barra tão pesada, ainda mais com a mulher que não era dele. A mulher não era dele... aquele sentimento o fez doer. Perder Brenda era algo que doía... mas ele sabia que jamais a perderia. Ela acabaria sempre sendo dele, porque era para ele que corria sempre que necessário. Mas as coisas tendiam a só piorar. Brenda foi liberada dois dias depois, com um fardo ainda mais pesado nas costas. Os exames revelaram que o estupro lhe havia deixado sequelas. Ela estava grávida. Data aproximada da concepção era coerente com o estupro... a margem de erro era de no máximo uma semana, então o filho era do estuprador. Era só isso que passava por sua cabeça.

Mas ao contrário do que Lee Hom pensou, ela não desejou abortar imediatamente. Ela faria isso facilmente em Hong Kong, mas não...
_Eu não vou matar uma criança. – Brenda rodava de um lado para outro. – Nem pensar!
_Pode tê-la, se quiser... sabe que te darei todo apoio.
_Não vou ficar com ela, Alex! – Brenda continuava rodando. – Não vou matá-la,nem criá-la.
_O que fará?
_Darei em adoção.
_Teria mesmo coragem de pegar em suas mãos o seu filho, e dá-lo a alguém?
_Não é meu filho. – Brenda deixava as lágrimas rolarem. – Eu vou para os Estados Unidos... fico lá até próximo da data do nascimento. Depois volto a Hong Kong e tenho a criança aqui.
_Por que aqui? – Alex achava difícil acompanhar o raciocínio de Brenda.
_Porque a criança será chinesa. Terá melhores chances de ser adotada aqui.
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Mariana
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[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
ó.ò....................................................

T^T.....................................

putis............................... q foda.......... Q FODA...............


tadinha................... tadinho................ putis u.u..........................

Q FODA! ela devia estar cheia d marcas............... =/..................



> brigada tathy ^^........ again =/............... ^^



edit:

hm 8-).......... HUSUHSAHU...... tathyyyyyyyyyy :rolleyes: ........... jah q vc estah escrevendo continuaçoes pra explikar :rolleyes: ............... pq vc nao escreve um prologo pra mostrar c eles fikaram realmente felizes juntos, fizeram uma familia boa 8-)................................. HUAHUAUH ok ok, agora eu to abusando, mas T^T........................ eh pq eu qro MAIS huauhauha T^T.................. huauhauhahu :unsure: .............. please :( ........ escreve mais coisas T^T?!?! XD~~
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Cathy_26
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[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
T_T chorei outra vez...assim não dá....me lembro do menininho quando chega ao hospital por causa do acidente do lee....tão lindo....e quando a brenda descbre...aliás...a julie descobre =p


amei as raposas..... hihihi


escreve mais...escreve....mostra como meu casamento foi feliz durante um tempo, e depois eric e eu tivemos uma recaída hihihi
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Tatiana
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Wannie's Girl
[ *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  * ]
O nascimento do filho de Brenda

Tarde de outono, Taiwan.

*Wang Lee Hom POV*

Eu tinha avisado a Brenda que era complicado viajar no nono mês de gravidez... ela não acreditou. Eu disse a ela, avisei... mas ela não ligou. Eu fui obrigado a ir aos Estados Unidos atrás dela. Eu tive que fretar um vôo para trazê-la, porque nenhuma companhia aérea do mundo a transportaria. E um médico foi comigo... imaginem se o menino nascesse?

Era um menino. O filho de uma violência, do sexo masculino. Certamente ele seria adotado... meninos eram preferidos na Ásia. Se fosse menina, teria dificuldades. Eu até falaria para ela deixar a criança nos Estados Unidos mesmo, se fosse menina. Mas era menino. Brenda não quis dar nome a ele, mas eu dei. Eu chamei de Joseph a criança que ela rejeitava. Ela levou a gravidez até o fim, mas eu sabia que Joseph sabia que ele não era querido. Pela mãe, ele não era.

Em Taiwan, não demorou para que ela entrasse em trabalho de parto. Ficou algumas semanas comigo e as contrações começaram. Eu tinha mudado toda a minha rotina por causa dela, de novo... eu ainda amava aquela mulher! E Dong Wan me ligando, Dong Wan sempre querendo notícias dela... eu sem ter o que dizer... Brenda era Brenda, sempre tão difícil!

_Eu vou ligar para o Wannie... não vou aguentar você sozinha!! – Eu disse, já pela milésima vez em que Brenda dava um grito escandaloso, ou fazia alguma grosseria.
_Não se atreva, Alex... eu não quero mais nem ver o musgo!!
_Essa briga tem que acabar...
_NÂO!
Sim, ela era difícil. Mais fácil desistir. As contrações aumentaram, a dilatação também... eu estava ficando nervoso. Os médicos perguntaram se eu queria entrar com ela na sala de parto, e eu nem tive escolha. Fui arrastado por ela, que tinha as mãos agarradas em minha camisa.

Vestiram-me, desinfetaram-me, esterelisaram-me... eu parecia um boneco, e todo cheio daquelas toucas e coisas azuis... nem em filmes eu ficaria tão ridículo. Brenda me chamava, eu tive que ir até ela. Bendita hora que ela inventou aquele parto natural... sem anestesia... eu queria drogas, muitas drogas! Queria Brenda completamente fora de sim, assim não teria que ver... tudo aquilo.

Os médicos não sabiam que eu e Brenda não estávamos juntos, menos ainda que Joey não era meu filho. Eles sabiam que era um bebê nascendo, e que eu estava ali, com aquela cara de bobo, como se fosse mesmo o pai. Eles me deram o cordão umbilical para cortar... e colocaram a criança nos braços de Brenda. Ela recusou-se a olhar para ele. Eu expliquei ao médico que ela tinha depressão, e ele fingiu que entendeu. Peguei o menino nos braços e levei-o até a enfermeira que terminaria de cuidar dele. Os olhos... fechados. Tão pequenos... Joey parecia tão diferente!

Eu não podia negar que me apaixonei instantaneamente pela criança. Brenda foi para o quarto, então sedada... eles tiveram que enchê-la de remédios, porque ela parecia uma histérica. Foi ótimo... eu fui para o berçário, e lá estava o pequeno Joseph. Sim, pequeno... ele tinha mãozinhas, pézinhos... ele era lindo! Eu não sabia quem era o pai dele, mas podia jurar que ele me lembrava alguém. Brenda, provavelmente. Mas aqueles olhos, não eram olhos... eu ignorei os pensamentos estúpidos, porque nada daquilo faria diferença. Brenda não olharia aquela criança, não mais.

No dia seguinte, eu fui até o quarto dela. Ela dormia... eu pensei sinceramente em chamar Dong Wan. Ele a amava, eu sabia. Ele tinha que estar ao lado dela naquele momento... não eu. Mas eu podia ser egoísta, e fazer exatamente o que Brenda me mandou... eu podia mesmo ser egoísta. Teria Brenda só para mim, náo?

_Onde ele está? – Ela disse, quando eu saía já do quarto. Então, estava acordada....
_Ele quem, Brenda?
_Dongwannie... – então ela o chamava...
_Você quer que eu o chame?
_Não...
_Você está dormindo, Brenda. Vamos, continue dormindo... vou cuidar do seu filho para você, ok?
_Ok, Alex... obrigada. Pode dizer a ele que o amo?
_Ama quem, Brenda?
_Os dois.

Sorri, canto de boca, e beijei-a. Saí do quarto finalmente, e a enfermeira tinha Joey nos braços para me entregar.
_Vai levá-lo para a mãe, Senhor?
_Não... vou levá-lo para sua casa.
Saí do hospital com todas as mil recomendações, e peguei um táxi até minha casa. Segurava aquele pequenino comigo, e sorria. Era impossível não sorrir... ele realmente tinha muito da Brenda. Em casa, minha mãe me esperava ansiosa. Eu disse que lhe levaria algo... ela devia estar esperando um diamante. Mas eu cheguei com uma criança.
_Lee!! – Ela disse, assustada.
_Mãe... você sabe que nunca te pedi nem um cãozinho. – Eu a olhava, cúmplice.
_Mas é um bebê!! Quem é esse bebê??
_Eu me apaixonei por ele, mãe. Esse é Joseph Lee... a partir de hoje, ele é meu irmão.
_Mas... – Ela não entendeu, claro.
_Mãe, por favor... Joseph Lee, meu irmão... será criado assim. Ninguém nunca vai ficar sabendo de nada diferente, ok?
_Ok, meu filho... mas você vai me explicar isso direito, não vai?
_Sim, eu vou. Um dia... um dia ele reencontrará a mãe. Ela precisa estar pronta para recebê-lo.

Entreguei Joseph à minha mãe, e voltei ao hospital. Brenda não podia desconfiar... para ela, o menino estava sendo adotado. Para mim, ele estava se tornando uma das coisas mais preciosas que eu já poderia imaginar ter.
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